Carlos Batalha
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quinta-feira, 14 de junho de 2012
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
A BieNada e a minha previsão

Há um andar inteiramente vazio na Bienal de São Paulo. Os curadores inventaram uma teoria mirabolante, mas na verdade faltou grana pra encher todo o prédio. Na abertura, um grupo pichou a área vazia e quebrou alguns vidros. Realmente, um absurdo! Não pode chegar na Bienal e fazer isso assim, de repente. Antes, tem que escrever um não-manifesto-anti-conceito explicando que a intervenção-performática é a neo-construção-da-arte-pela-desconstrução-do-vazio. Aí, sim. Se fizessem isso, além de chamados para as próximas exposições, poderiam pedir um patrocínio do Ministério da Cultura.
“O conceito de arte é distorcido. Só é arte o que é bonito ou autorizado. A arte do ‘pixo’ é libertária, anárquica. Os muros e portões para fora da casa são públicos. A gente vê beleza no que faz. Tudo é privado e somos obrigados a engolir propaganda de consumo e política. Pichação é linguagem também.”
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Carlos Batalha
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00:44
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quinta-feira, 1 de julho de 2010
Os fósseis high-tech de Calatrava
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Carlos Batalha
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11:07
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quinta-feira, 6 de maio de 2010
Arte de guerrilha
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Carlos Batalha
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15:40
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quinta-feira, 8 de abril de 2010
A arte por um hífen 2
Uma instalação batizada de "Art bin" (em português, "lixeira da arte") foi criada pelo artista britânico Michael Landy em uma galeria do sul de Londres, na Inglaterra. Trata-se de um grande contêiner pronto para receber o arremesso de obras de arte pelos seus visitantes. Durante a exibição, vários artistas foram convidados e jogarem ali obras de arte inacabadas ou rejeitadas.Pois é... Bem que eu disse no post anterior que a arte está por um hífen. O que este cara chama de arte é uma lixeira gigante cheia de obras que não foram consideradas de valor artístico. Ou seja, ele diz fazer arte juntando um monte de não-arte. É como fazer uma feijoada utilizando não-alimentos. Ou alimentos podres. Bom, pensando nesta comparação, melhor que ele continue se dizendo artista...
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Carlos Batalha
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20:20
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segunda-feira, 5 de abril de 2010
A arte por um hífen
A artista londrina Rebecca Warren, que concorre neste ano a um dos prêmios mais badalados da arte contemporânea, o Turner Prize, na Inglaterra, acaba de criar uma instalação que leva o que o público leigo chamaria de "lixo". São restos que ela encontrou no chão de seu ateliê e da rua onde ele fica.
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Carlos Batalha
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00:22
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quarta-feira, 3 de março de 2010
Drogaria Contemporânea

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Carlos Batalha
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16:52
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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Arte contemporânea e MST
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Carlos Batalha
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17:00
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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Caixa de dormir
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Carlos Batalha
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15:33
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segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
L'enfant Terrible
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
A metamorfose do caos
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Carlos Batalha
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15:41
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quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Non Plus Ultra
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Carlos Batalha
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09:48
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segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Simples assim

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Carlos Batalha
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09:38
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quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Criadinho-mudo
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Carlos Batalha
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terça-feira, 3 de novembro de 2009
To the dark side of the room

Essa é uma boa poltrona para o lado “oculto” da casa. Oculto no sentido de ser aquele canto onde o cara lê, escuta música, pensa na vida, no tecido do espaço-tempo, e nos últimos acontecimentos de Macondo. Enfim, um móvel lúdico para momentos idem. Com um desenho intrigante e elegante, a poltrona Pink Floyd foi projetada pela designer Candela Mosse, de Buenos Aires, e é feita de vibra de vidro. Diz a autora que foi inspirada no disco The Dark Side of the Moon e, por isso, o nome. Então, entrando no espírito da coisa, se eu tivesse que relacionar a peça com uma faixa do disco, escolheria Us and Them.
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Carlos Batalha
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01:17
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quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Um bom lugar pra passear, Copacabana
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Carlos Batalha
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10:33
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segunda-feira, 19 de outubro de 2009
De papel

A empresa suíça The Wall AG desenvolveu esta casa de papel de 36m2, ecologicamente correta, que pesa apenas 800kg e custa módicos U$ 5 mil! As paredes são feitas de uma camada interna de celulose e resina em formato hexagonal, semelhante à uma colméia, revestida exteriormente por placas maciças de papel reciclado, tudo prensado à vácuo (daí a necessidade dos “favos” internos). O resultado final é extremamente resistente e, segundo o fabricante, suporta até terremoto. A Delta State Oil, da Nigéria, já encomendou 2 mil unidades para a criação de uma vila de trabalhadores. Outros países africanos mostraram interesse em utilizar a casa para refugiados de guerra e em áreas de epidemia de cólera. O projeto foi desenvolvido pelo engenheiro Gerd Niemoeller. A idéia é muito boa. Ele só esqueceu de chamar uma arquiteto, né? Porque a casa é bem feinha...
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Carlos Batalha
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00:22
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segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Tetris

Projeto muito interessante do escritório esloveno Ofis arhitekti. Construído em um terreno de 58x15m em Ljubljana, capital da Eslovênia, o edifício residencial conta com 650 apartamentos. Quando as fachadas começaram a ser desenhadas, as pessoas do escritório perceberam a semelhança com o clássico jogo Tetris, que acabou batizando o projeto. E, além de um bom projeto de arquitetura, o prédio foi um bom negócio. A construção custou 650EUR/m2 e foi vendida a 1.300 EUR/m2!
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Carlos Batalha
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10:10
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