Carlos Batalha
arquivo
tags
outras postagens
-
O badalado prêmio Art Vinyl escolheu a capa do disco “The Resistance”, do quarteto britânico Muse, como a melhor de 2009. Sei não... a image...
-
Quando escrevi sobre capela de São Bartolomeu do Qubus Studio, falei que o projeto de reforma de uma igrejinha numa pequena vila no interior...
-
Esta maçaneta é uma boa opção para os mais carentes, ou os excessivamente afetuosos. Foi projetada pela designer de produtos Naomi Thellier ...
-
Qual o limite entre fazer referência e copiar uma coisa? No conto "Pierre Menard, autor do Quixote”, Jorge Luis Borges trata deste tema...
-
Na Inglaterra dos anos 90, uma geração de artistas foi denominada os "Young British Artists", a nova turminha-do-barulho das ...
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Os porquinhos e a piada infeliz
por
Carlos Batalha
às
08:47
Marcadores:
atualidades,
george orwell,
livros
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
O homem que sabia esperanto
Atualização:
Recebi um cordial e-mail de Fabrício Valle, Presidente da Intraespo - Organização Mundial para o Desenvolvimento da Economia Esperantista, uma ONGD sediada em Brasília. Ele me manda dois links bem interessantes - AQUI e AQUI - para blogs da instituição, além do Twitter - AQUI. Quem quiser se informar mais sobre esperanto, tem lá um monte de informação. Valeu, Fabrício.
por
Carlos Batalha
às
09:31
Marcadores:
atualidades,
livros
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Admirável Fantástico Mundo Novo
por
Carlos Batalha
às
08:40
Marcadores:
aldous huxley,
atualidades,
kant,
livros
domingo, 7 de novembro de 2010
God Save the King
Foto: Nabor Goulart/Agência Freelancer/Especial para Terra
por
Carlos Batalha
às
23:03
Marcadores:
atualidades,
música
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Em Alguma Parte Alguma
Anteontem foi Dia de Finados. E, lembrar dos que não mais estão (pelo menos no conceito de matéria do senso comum), é manter viva a existência. Como bem disse André Comte-Sponville, no seu genial O Ser-Tempo: "sou o que fui, o que aconteceu comigo, o que fiz, je suis été, eu sou sido, como dizia Sartre, o que quer dizer que sou meu passado". E, como disse Guyau: "tudo é presente em nós, inclusive o próprio passado". O presente é essa tensão entre dois nadas: o passado, que já não é mais; e o futuro, que ainda não é. Somos, então, aquilo que lembramos e aquilo que projetamos. No seu novo livro, o sensacional Em Alguma Parte Alguma, Ferreira Gullar transita entre referências de existencialismo e física (ainda falarei muito desse livro....). No poema A Propósito do Nada escreve:
sou o que digoe faço enquanto passosou a consciência de mime quando vinda a morteela se apagueserei o que alguém acasosalve do olvidojá que para mim(lume apagado)nunca terei existido



